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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

MARANHÃO - ESTOURA MAIS UMA REBELIÃO NO COMPLEXO PENITENCIÁRIO PEDRINHAS EM SÃO LUIS. 10 DETENTOS MORTOS E MAIS DE 30 FERIDOS E RETALHAÇÃO DE FACÇÕES NA CAPITAL COM INCÊNDIOS EM VARIOS ÔNIBUS.

Rebelião em Pedrinhas e ônibus incendiados na noite de quarta-feira

Plano de fuga descoberto teria causado revolta de detentos enquanto nas ruas da capital pelo menos sete ônibus foram queimados.
Atualização sobre o nome feridos divulgados até agora.


No Instituto Médico Legal (IML), foram confirmadas a entrada de seis corpos vindos da Casa de Detenção. Nos hospitais municipais de São Luís — Djalma Marques, o Socorrão I, e Clementino Moura, o Socorrão II — há outros quatro. Trinta e quatro detentos feridos foram encaminhados ao Socorrão I. Desse total, 13 continuam
internados. São eles: Nilson Gonçalves Cunha, Leonilson Costa Pereira, Iane dos Santos Lima, Cleiton Rogério Pinto Almeida, Raimundo Nonato Mendonça, Arthur Portela de Carvalho, Emivaldo Conceição as Silva, Rener Pereira da Silva, Roger Fernandes, Charles da Cruz Silva, Wellington Vera Silva, Alessandro Neres e Flávio Aurélio Pinheiro.

POSTAGEM
SÃO LUÍS - A descoberta de um plano de fuga na Casa de Detenção no Complexo Penitenciário de Pedrinhas pode ter sido a causa para uma rebelião na noite desta quarta-feira (9). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, pelo menos 10 detentos morreram e 30 ficaram feridos. Enquanto a
rebelião era contida pelo Batalhão de Choque, quase ao mesmo tempo, vários ônibus eram incendiados em ruas e avenidas da capital.
Motivação
Autoridades policiais não confirmam, mas tanto a rebelião quanto o incêndio aos ônibus ocorreram um dia após a Polícia Militar apreender 39 pessoas e autuar durante uma festa numa casa de praia no Araçagi que celebraria o aniversário de uma traficante conhecida por "Lilica".
O repórter de O Estado, Thiago Bastos, conseguiu conversar com um dos detentos por telefone. De dentro do presídio e acompanhando a ação dos policiais, o homem negou que a rebelião tivesse relação com o túnel e atribuiu a ação ao fato de membros de gangues rivais, acusados de terem matado comparsas seus, estarem em pavilhões vizinhos desde o início do mês, quando uma determinação da 2ª Vara de Execução Penal obrigou a Sejap a separar os presos conforme o regime de pena.
O túnel serviria para a fuga de 60 presos e depois de descoberto, os detentos ficaram revoltados e quebraram as celas. Internos de pavilhões vizinhos, também, quebraram as grades, o que ocasionou no encontro de grupos rivais.
Retaliação
Ao mesmo tempo em que o Batalhão de Choque entrava no Complexo Penitenciário de Pedrinhas para acabar com a rebelião, grupos de marginais ateavam fogo em ônibus coletivos. As informações de motoristas, cobradores e usuários eram de que em pelo menos uma das ocorrências, três bandidos chegaram num carro prata e, depois de trancar o ônibus e mandar todos descerem, atearam fogo no veículo.
A Secretaria de Segurança Pública confirmou ocorrências de ônibus queimados na Vila Kiola, Tibiri, Jardim São Cristovão, Vila Janaína, Maracanã, Cohab, Anil e Monte Castelo. Em nenhum dos casos houve feridos.
A polícia já está analisando imagens das câmeras de segurança e espera que elas auxiliem da identificação dos autores do crime.
Internação
Pelo menos seis corpos deram entrada no Instituto Médico Legal (IML). Outros quarto corpos estariam nos hospitais Djalma Marques, o "Socorrão I" e no Clementino Moura, o "Socorrão II". Ainda, segundo informações, aproximadamente, 34 detentos teriam sido encaminhados ao Socorrão I, onde 13 permanecem internados.
Foto: Reprodução/TV Mirante.
Foto: Reprodução/TV Mirante.
Foto: Reprodução/TV Mirante.
Foto: Reprodução/TV Mirante.
Foto: Reprodução/TV Mirate.

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